29/03/2022
02/02/2022
Atualização quanto às medidas judiciais da Associação de Oficiais Militares Estaduais do RJ - AME/RJ, frente à singular afronta aos direitos dos militares e pensionistas do RJ
Afronta materializada na mesma lei (*) que garantiu remuneração mensal líquida superior a R$ 34.000,00 (trinta e quatro mil reais) a integrantes da cúpula da Polícia Militar, em flagrante afronta, dentre outras coisas, ao teto remuneratório constitucional vigente no Brasil.
(*) Lei n.º 5.181/2021 ("Sistema de Proteção Social dos Militares do RJ")
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Wanderby
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17/01/2022
Análise jurídica e medidas da Associação de Oficiais Militares Estaduais do RJ - AME/RJ, frente à flagrante afronta aos direitos dos militares e pensionistas do RJ
Paradoxalmente materializada na lei específica que tratou do "Sistema de Proteção Social dos Militares do RJ" (Lei RJ n.º 5.181/2021).
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16/01/2022
Pode haver pior mentira do que a emanada da mesma fonte da verdade que ela busca refutar?
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Wanderby
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11/01/2022
E agora governador Cláudio Castro?
Tenho certeza de que já percebeu que errou!
Afinal, não poderia esperar nada diferente de alguém que além de se dizer temente a Deus, tem formação jurídica.
Preciso acreditar que houve, senão também uma violação cristã consciente, um erro de cálculo sobre a opção de violar garantia estabelecida em lei federal para agradar, talvez até nem tão conscientemente assim, mais a alguns (e muito mais a alguns poucos) em detrimento da qualidade de vida de dezenas de milhares de outros, muitos, sequelados.
E agora que sabe que todos já se deram conta do que ocorreu?
Percebe que a pobreza legal e ética da quebra da paridade entre ativos e inativos/pensionistas acaba se amplificando com o não veto ao dispositivo inserido no texto por emenda parlamentar para garantir que militares ocupantes de cargos em comissão, e.g., secretários de estado da PM e do Corpo de Bombeiros Militar, possam perceber remuneração líquida maior do que o limite constitucional imposto a todos, militares ou não? De quem foi a ideia?
Consegue perceber que o silêncio daqueles que foram beneficiados (ao menos em montante bem menor do que alguns poucos) em detrimento dos que os antecederam no serviço ativo (a exceção de alguns muito poucos destes) denota maior constrangimento do que regozijo?
Sua gestão inovou!
Antes dela... de Pezão a Brizola, passando por Sérgio Cabral, Benedita, Garotinho... Witzel, nenhum governante quebrou a paridade entre militares ativos e inativos... Alguns certamente tentaram, mas não encontraram eco e, menos ainda, ativa voluntariedade interna corporis para a promoção de tamanho golpe contra militares (não raro, sequelados), suas viúvas, filhos e pais idosos desprovidos de renda.
E o momento em que seu governo praticou tal ato o torna ainda mais singular governador Cláudio Castro.
Como espera justificar o paradoxo de haver utilizado a "Lei de Proteção Social dos Militares do RJ", cujos princípios gerais relacionados a inatividade e pensões deveriam ser simétricos aos previstos para os militares das Forças Armadas (conforme alteração legal oriunda da lei federal n.º 13.954/2019, mesma lei da qual resultou a lei de proteção social do RJ) para quebrar, talvez, o mais importante fundamento de tal simetria de tratamento?
Como pretende fundamentar o fato de haver ignorado a garantia legal de que a revisão de remuneração de militares inativos deve ocorrer concomitante e automaticamente à revisão de remuneração de militares ativos? Creio que saiba que remuneração de militar, ressalvado modelo não adotado no RJ (subsídio), abrange não apenas soldo, mas este e gratificações, como, por exemplo, a "Gratificação de Risco de Atividade Militar-GRAM". Alguém lhe esclareceu quanto a isso?
Como acredita que "sua" Procuradoria Geral do Estado poderá se contrapor ao fato de que os mesmos militares inativos excluídos dessa "festa" (nem tão pobre assim) o foram a despeito de recolherem, desde 2020 e com base em alterações introduzidas no Decreto Lei 667/69 pelo art. 25 da lei federal supra, contribuição militar em parâmetros rigorosamente idênticos aos militares ativos; todos, bem como suas pensionistas, social e expressamente protegidos da quebra de paridade em razão de mandamento legal objeto do mesmo art. 25 da citada lei federal? Aos inativos apenas o ônus da lei?
A propósito governador Cláudio Castro, é importante frisar que a citada lei federal também inovou ao estabelecer competência da União para verificar o cumprimento (ou não) das normas gerais de inatividade e pensões em sede de legislação específica dos entes federados (parágrafo único do art. 24-D do Decreto Lei 667/69) e que o governo federal já disciplinou o exercício de tal competência através de normativa própria do Ministério da Economia.
Acredita que o presidente Jair Bolsonaro, cujas relações políticas e mesmo pessoais com os militares do RJ parecem ser notórias, permanecerá inerte diante da ilegalidade praticada? Crê que o mesmo presidente não determinará ao seu Ministro da Economia (creio que também já regressou de férias) a adoção de providências específicas em sua esfera de atribuições?
Será?!
Sendo assim governador Cláudio Castro, acreditando que apenas posso presumir os motivos pelos quais não lhe foi ofertado o devido assessoramento técnico para a tomada de decisão relacionada à presente matéria, cujos reflexos se prolongam para além das existências físicas dos atuais militares inativos, recaindo sobre suas viúvas e mais dependentes, apelo não só ao seu senso de dever legal, mas ao sentimento cristão que ostenta para sugerir que se permita compreender não apenas que errou, mas que deve reparar integralmente o erro.
Governador Cláudio Castro, demonstre altivez pedindo desculpas, promovendo a alteração da conjuntura da qual emanou o cenário atual, exonerando os secretários de Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, e enviando projeto de lei restabelecendo a legalidade em relação à paridade que deve nortear a percepção da gratificação de risco de atividade militar por militares ativos e inativos do RJ.
Rio de Janeiro, 11/01/2022.
Wanderby Braga de Medeiros
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07/01/2022
20/11/2021
Consciência...
Dia 20 de novembro e me vem à mente a imagem da Soldado Fabiana.
Fabiana que entrou para a história não "apenas" como mais um(a) integrante da Polícia Militar assassinado(a) no desempenho de suas funções.
Fabiana foi o primeiro caso de morte de PM em Unidade de Polícia Pacificadora!
Um verdadeiro choque à época e com repercussão internacional.
Raro momento em que a morte em serviço de integrante da PM do RJ gerou tamanho estranhamento.
Sim, já faz algum tempo e hoje em dia o "sonho" da pacificação não é muito mais ou muito menos do que a realidade que o antecedia.
As coisas seguem como sempre seguiram...
As coisas são como são?
Algo mudou de lá para cá?
Alguém se lembra daquela ainda jovem mulher, nascida no interior do RJ e que envergava a farda da PM pacificadora na UPP Nova Brasília?
Seu homicídio foi elucidado?
Quem se importa?
Alguém ainda se lembra da Soldado Fabiana?
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22/03/2021
Como escapar de nós mesmos?
A reflexão é breve; talvez mais do que deveria, mas ainda assim o é (ou pretende ser).
Como chegamos ao ponto em que nos achamos? E como saímos dele?
Talvez o caminho, tal qual a virtude, esteja realmente no meio.
Os extremismos que têm nos habitado trazem no pacote a guerra aos seus opostos, mesmo quando não são de fato tão extremos e opostos quanto parecem ou como se deseja fazer parecer ser.
E interessa pontuar que para além dos fantasmas reais ou não que alimentam o desejo de guerra parece haver e em não poucas vertentes identidade de condutas, para acertos e desacertos, independentemente do “lado” de quem empunha a caneta e desfralda a bandeira.
Claro que o governo atual, democraticamente protagonizado por militares (talvez “como nunca antes na história do país”), tem se mostrado funesto e de certa forma até desavergonhado de suas flagrantes e cada vez mais gritantes imperfeições e... derrotas.
E claro que outros que o antecederam existiram e agiram de forma nem tão diferente assim. Mas, por certo, nunca com tamanha morbidez. Afinal, temos a pandemia...
E a dúvida persiste! Como nos livrarmos disso?
Infelizmente ou não nosso problema democrático resulta de nossas próprias escolhas (democráticas).
Logo, somos reféns de nós mesmos. Somos “soldados” voluntariamente alistados em um ou em outro “exército” e nos vemos sempre assombrados com a possibilidade de vitória de nosso “oponente”.
Mas o que fazer então?
Desertar!
Abandonemos o campo de batalha e mandemos nossos sempre seguros e bem remunerados “generais” (hoje mais do que ontem) às favas sejam quais forem as cores das “fardas” usadas (talvez se bem lavadas nem se mostrem tão diferentes assim).
Busquemos o caminho do meio!
Se não conseguirmos nos libertar de nós mesmos - dos extremismos que nos habitam - talvez sejamos responsáveis por delegar o poder a algo tão funesto e desavergonhado quanto o que hoje temos, tenha o mandatário o nome (e as “cores”) que tiver, inclusive, o mesmo.
Não há virtude e glória nos extremos.
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11/12/2020
Poeminha de ocasião
Da caminhada veio a inspiração.
Mas já adianto que é ficção.
Exercício de veia poética que sei, tenho não.
Causo de João, Manoel, Joaquim, Serafim e Sebastião.
João, gerente da firma de mineração.
Escrúpulos, não é segredo, não tem não.
Manoel, contador de causos e homem de ação.
Sabe bem quem é João e já contou pra multidão.
Joaquim, ficou fora da firma um tempão.
Voltou em busca de promoção.
De João recebeu comissão.
Cumpriu com capricho a missão.
Atacou Manoel com lança e facão.
Mas Serafim não gostou disso não.
Logo ele que é patrão do patrão.
Mandou João em Joaquim dar lição.
Mas Joaquim não só cumpriu a missão?
Pra João faz diferença não.
Só importa defender o quinhão.
A ordem que deu assumiu não.
Demitiu Joaquim de supetão.
Mas produziu barulho na multidão.
Tanto que logo em seguida à exclusão.
Recontratou Joaquim e prometeu promoção.
E a felicidade voltou à firma de mineração.
Ao menos até Manoel trazer um novo causo de João.
E Serafim, será que não sabe não?
Como diz o ditado, um dia a casa cai meu irmão.
Mas afinal, quem é Sebastião?
Presidente do sindicato, só não sei se de mineiro ou patrão.
Falar de Tião leva a nada não.
Ninguém dá importância quando simula alguma ação.
Nem mineiro, nem Manoel, nem patrão, nem João.
E menos ainda a multidão.
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10/09/2020
Só um cachorro
Com nome e sobrenome.
Elvis Aaron Presley é alguém com quem tive o prazer de conviver desde os tempos de Major.
Elvis que parecia quase conversar conosco... Parecia?!
Elvis alegre, brincalhão, inteligente e companheiro.
Elvis ranzinza, esfomeado e cheio de manias (como só beber água em caneca).
Elvis corajoso e forte diante de um sem número de remédios e de incômodas sessões de radioterapia.
Elvis que esperou a passagem do aniversário de seu pai para partir (no dia seguinte, data do aniversário da concorrente papagaia - terá sido ao acaso?!)
Elvis, um filho querido que partiu após mais de uma década literalmente ao nosso lado.
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19/06/2020
O velho normal do RJ
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