13/05/2008

A abolição da escravatura e o aniversário da PM

Embora a data de hoje se preste a ambas comemorações, não creio que haja motivo de júbilo em relação à segunda.
Na qualidade de cidadão fluminense e, como tal, de usuário dos serviços dos militares de polícia do RJ, acredito na real e mesmo cotidiana possibilidade de estabelecimento de relação entre aos dois eventos.
Se por um lado, comemoramos a queda dos grilhões escravocratas que recaíam sobre os negros, por outro, nos ressentimos da escravidão que em pleno século XXI ainda aflige os militares de polícia do RJ e, por extensão, a sociedade fluminense.
Escravidão representada não apenas pela ausência de fixação de jornada semanal de trabalho, de soldo não inferior ao mínimo existencial garantido aos demais trabalhadores do Brasil, de política de segurança pautada na preservação da vida, pela necessidade de busca do "bico" e pela submissão a regulamento disciplinar dissonante da Carta Magna Federal, como também pela absurda manutenção de subserviência administrativo-operacional a paradigmas destinados à mantença e fortalecimento de statu quo da classe de delegados de polícia.
Os militares de polícia do RJ, negros ou não, são escravos!
A sociedade fluminense, cliente de seus serviços, também o é!

12 comentários:

barbono disse...

Há algo 'inconfessável' nas atitudes de alguns comandantes da PMERJ.
A princípio, por uma "lei natural", seria inadmissível qualquer ente ser contra a preservação da própria espécie; mas nesta Corporação, hodiernamente, existem seres que labutam diuturnamente pela sua extinção. Um viés autofágico cruel, além de mesquinho, para com esta bi-centenária instituição.

Anônimo disse...

A MERDA UNE



Caros companheiros policiais civis:

O momento é crítico.

Como todos sabem, em 28/09/2007, fomos recebidos pelo Governador Sérgio Cabral, na reunião que ficou marcada pelo desafio do “bola ou búlica”

Nessa reunião, após “lembrarmos” o Sr. Governador Sérgio Cabral de suas promessas de campanha e compromissos de governo que assumiu, bem como do fato de que exercera o mandato de Senador pelo Estado do Rio de Janeiro até Dezembro de 2006, e destarte, não podia alegar desconhecimento sobre as condições financeiras do nosso Estado, afirmamos não acreditar em sua contemporânea e conveniente alegação de falta de recursos.

Há recursos, sim, o Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, órgão oficial de imprensa, noticia rotineiramente o aumento de arrecadação, superávit financeiro, aporte de recursos federais em 2007 maior do que nos últimos dez anos, etc, etc, etc.

O que não há é vontade política, e, principalmente, boa fé.

Entretanto, em que pese não acreditarmos na alegação governamental de falta de recursos, propusemos ao Governador Sérgio Cabral que implementasse o Reescalonamento Salarial da PCERJ de forma parcelada, iniciando em Janeiro de 2008 e findando em Dezembro de 2010.

São 36 meses.

Não há alegação de falta de recursos que sobreviva perante tal proposta.

Duas semanas depois, fomos chamados, eu, Denílson e Cheila Masioli, pelo Chefe da PCERJ, Dr. Gilberto Ribeiro, que nos disse, objetivamente, que a proposta que fizéramos estava “fora da realidade”, e que nós deveríamos adequar nosso pleito salarial ao que o Governo do Estado já havia “sinalizado”.

E o que o Governo “sinalizou”, perguntamos?

25%, disse o Chefe da PCERJ...

Reunimo-nos alguns dias depois, no SINPOL, presentes os representantes das demais entidades de classe, a fim de discutirmos tal contra-proposta, e, infelizmente, fui voto vencido, pois, na visão dos demais, deveríamos “tentar retomar a negociação”, “buscar agenda com o Secretário Sérgio Rui” (com o qual, na fatídica reunião com o Governador, eu disse que não me reunia mais, o que mantenho até hoje).

Na minha humilde opinião, era o momento de convocar novamente a categoria policial, e “botar o bloco na rua”...

Mas, infelizmente, como eu disse, fui voto vencido, e não se pode tocar um movimento reivindicatório sem amparo de uma entidade de classe, por absoluta falta de legitimidade.

E a decisão do SINPOL foi de “retomar a agenda de negociações” com o Secretário Sérgio Rui...

O resultado, já sabemos: a categoria policial se desmobilizou, e aguarda, até hoje, uma definição do Governo do Estado sobre suas promessas de campanha e compromissos de governo... convenientemente olvidados...

Aqui, abro parênteses, para abordar duas questões:

Alguns policiais civis, talvez mal-informados, questionam o Reescalonamento Salarial proposto, alegando que “o governo jamais vai pagar tudo isso aos policiais”...

Para poupar tempo, já que esta mensagem ainda vai se alongar, e até mesmo porque o Reescalonamento Salarial já foi devidamente discutido, analisado e explicado em diversas outras opiniões, esclareço que a referida proposta, da forma como foi apresentada ao Governo do Estado, além de consertar a quebra de hierarquia e a falta de proporcionalidade hoje verificadas, prevê um salário bruto inicial de cerca de R$4.000,00 (quatro mil reais)...

Alguém pode, em sã consciência, acreditar que R$4.000,00 é “muito”, para um profissional que, além de arriscar sua vida e liberdade diuturnamente, não pode, ao contrário de outros cargos públicos, exercer outra profissão, ou acumular duas matrículas?

E cuja família paga, de uma maneira ou de outra, um alto preço?

Outros policiais há que, inocentemente, questionam se não teria sido melhor aceitar os 25% inicialmente propostos pelo governo, em Julho de 2007...

A esses, eu pergunto:

Já que os 25% foram outorgados pelo Governo do Estado a todos os servidores da Saúde, Educação e Segurança, será que só os policiais civis iriam “roer a corda”, e submeter-se à má-fé do governo, que prometeu, se compromissou, e depois, quando acuado, tentou ganhar tempo?

Logo os policiais civis?

Porque os servidores da Saúde e da Educação recusaram, e o fizeram isso de forma veemente e categórica, e, como é cediço, tais servidores tem salários muito menores do que os nossos, também trabalham em condições difíceis e sofrem pressão de seus respectivos secretários estaduais e chefes...

Só nós, policiais civis, é que íamos aceitar, e, tal qual um cachorro vira-lata, abanar o rabo por ganhar um pedaço de osso?

Além disso, parece que poucos perceberam que o “aumento” de 25% era dividido em cinco parcelas de 5%, a serem pagas até Julho de 2009.

Aí, só aí, só depois de Julho de 2009, poderíamos voltar a negociar...

E uma negociação como essa, com eventual mobilização da categoria, leva meses...

E após 31/03/2010, aumento só a partir de 2011, por força da legislação eleitoral...

Alguém acha que o Governo não pensou nisso?

Deveríamos ter aceito os 25%?

E depois, com que moral iríamos reivindicar outras melhorias?

Tachados de covardes, iríamos de cabeça baixa pedir, ao contrário de exigir, não é verdade?

Aliás, como diz um amigo meu, não devemos pedir o que não temos condições de exigir...

Eis, portanto, o cerne da questão:

Podemos, hoje, exigir algo do Governo?

Temos força para isso?

Sim, temos uma “nova-antiga” entidade sindical, renascida das cinzas tal qual fênix, que nos ampara juridicamente para deflagrarmos um novo movimento...

É o SINDPOL, ainda engatinhando, mas crescendo, dia a dia, pelo esforço de alguns abnegados...

Mas temos força?

E, principalmente, temos coragem para isso?

Porque teclar “GREVE JÁ” não resolve nada...

Nem reclamar, nem fazer denúncias vazias por aí...

Outro parêntese:

O Governador Sérgio Cabral, enquanto candidato, cansou-se de apregoar que “governante que disser que não tem dinheiro para dar aumento para o servidor está mentindo”...

Hoje, candidamente, alega justamente isso, que não tem dinheiro em caixa para conceder reajuste salarial aos servidores estaduais.

Quem mentiu, o candidato, ou o governante?

Em 2007, 4%...

Em 2008, nada foi anunciado... mas, provavelmente, mais 4%...

A Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2009 já foi enviada para a ALERJ, e, conforme amplamente noticiado, não prevê reajuste salarial para os servidores estaduais...

Na última reunião que mantivemos com o Secretário de Segurança, DPF José Mariano Beltrame, em 16/04/2008, ouvimos dele que “não concordava com a política remuneratória para 2008, mas não ia colocar mais nitroglicerina na questão”...

E o governo fatura politicamente em cima da Segurança Pública, chegando ao cúmulo de alegar que os policiais estão motivados...

E a PCERJ “comemora” 200 anos, distribuindo medalhas e agradecendo ao Governador por tudo o que tem feito pela instituição...

Como eu disse no início da mensagem, o momento é crítico...

Soube, através de uma fonte de alta confiança, que o que podemos esperar é isso: mais 4% em 2008, mais 4% em 2009, em 2010, 13% (completando os 25% inicialmente propostos), e, talvez, a transformação do nosso salário em subsídio...

O curioso é que os servidores da Saúde e da Educação atravessam idêntica situação.

E os servidores da PMERJ, CBMERJ e SEAP também...

Foram todos, como nós, enganados por promessas de campanha, compromissos de governo e muita má-fé...

E, como nós, estão desmobilizados e confusos, reclamando, mas sem saber o que fazer...

Ouvi algum tempo atrás, de um amigo policial militar, uma frase que guardei, e que hoje, com a devida vênia, me atrevo a usar:

“A merda une”...

E é justamente isso que precisamos fazer:

Precisamos nos unir, a todos aqueles que, como nós, foram enganados e vilipendiados...

E que, como nós, também querem fazer alguma coisa...

Mas que, como nós, lutam com dificuldade...

No último domingo, 11/05/2008, contactei o Dr. Jorge Darze, do Sindicato dos Médicos, e conversei longamente com ele sobre tudo isso que aconteceu...

E, dessa conversa surgiu outra conversa, no dia seguinte, na qual combinamos uma reunião, na próxima 2ª feira, dia 19/05/2008, às 14h00m, no Auditório do Sindicato dos Médicos, situado na Av. Churchill, 97 – Centro, RJ.

Estamos convocando para essa reunião todos aqueles que, como nós, foram enganados: servidores da Saúde, servidores da Educação, servidores da SEAP, CBMERJ, PMERJ e PCERJ.

Pretendemos formar uma comissão única, representando a Segurança, a Saúde e a Educação, e estabelecer uma agenda reivindicatória conjunta.

Essa comissão única vai, entre outras coisas, procurar a mídia, impressa e televisiva, a Comissão de Servidores Públicos da ALERJ, a FIRJAN, e etc ...

E vamos contar, ou melhor, mostrar a verdade sobre o serviço público no Estado do Rio de Janeiro...

Vamos dizer também, a quem interessar possa, que os servidores públicos estaduais não votarão em qualquer candidato, seja ele quem for, apoiado pelo Governador Sérgio Cabral, em 2008 e em 2010 também...

E, lógico, vamos “botar o bloco na rua”.

Porque não se pode pedir o que não se tem coragem para conquistar.

E, principalmente, porque a merda une.

Francisco Chao de la Torre
Inspetor de Polícia Civil
SINDPOL/RJ

Anônimo disse...

Sugestão

Sugiro seja convidado para palestra no Clube dos Oficiais, o Presidente do Clube dos Oficiais da PMPB que liderou a greve daquela Coirmã e conseguiram aumento salarial para a Corporação.

Podem ser realizados uma série de seminários com representantes de outras polícias como Goias, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, etc, onde ocorreram mudanças nas Corporações, principalmente, melhorias salariais para ampliarmos nossos horizontes. E chamarmos a atenção da imprensa e do Governo para a mobilização.

O nome da série de seminários deve ser uma frase de efeito.

Sr major wanderby por favor encaminhe essa proposta ao Sr Cel Anaide presidente do Clube.

Anônimo disse...

Fonte do Jornal O Dia, sobre o caso de uma arma encontrada em local de crime, registrada no Infoseg (Cadastro Nacional) como sendo da PMERJ.

"Delegado acusa major em registro
O delegado-assistente da DRFA, Maurício Demétrio, fez ontem o registro 6388/2008 de falsidade ideológica e prevaricação contra a major. O caso irá para a Corregedoria Geral Unificada. Ele ironizou a postura de Pitta ao ignorar a Lei do Desarmamento: “Se o comandante-geral diz que sabia que a arma é de um PM, por que a major não informou isso? A PM está tratando a questão como se não devesse satisfação a ninguém. Sugiro, então, que se crie a República Federativa da Polícia Militar do Rio de Janeiro e que o comandante desembarque na Ilha de Villegaignon, sendo nomeado o novo Coronel-Imperador Dom Pitta I”."

Hummm...

E agora???????

Dr. Praça disse...

Wanderby.

Essa seria a hora de realemnte mudarmos as coisas. è chegada a hora d elutarmos juntos, esquecermos interesses próprio e pensarmos num todo, pensarmos em todos. A reunião que se irá ocorrer na associação dos médicos seria um excelente momento para mostrarmos o verdadeiro interesse de nossa luta. O bem de Todos, não importando serem praças ou oficiais. è notório o estado de penúria que nos encontramos, assim como também é visível que o praça sofre muito mais com o abandono do governo. precisamos de mudanças urgentes, caso contrário estaremos fadados a extinção.
Como bem disse o colega. "A Merda une" e como é sabido por todos, a merda é o local onde todos nos encontramos, seja praça ou oficial, policial civil ou militar.

PS. O Chao é pessoa excelente, e sempre aberta a diálogos. Tente conversar com ele, mas deixe de lado assuntos de interesse estranho a nossa luta, ao menos por este momento, pois o que precisamos é de união.
Dr. Praça. (Praças da PMERJ)

Anônimo disse...

Acredito que todos acompanharam a morte brutal do morador de rua João, no centro do Rio. O fato me chocou muito mais por ser conhecedor de sua verdadeira história. Sou Policial aqui no Rio de Janeiro, e meu primeiro contato com João foi no passeio publico, quando avistei aquele homem, já de certa idade, chorando. Me aproximei, e com muito custo ele me confidenciou que chorava de fome. Naquele momento, passou por minha cabeça um turbilhão de lembranças, quando era pequeno e via meus pais contando moedas para comprar um saco de leite. Paguei o seu almoço, e conquistei a sua confiança. João nasceu na cidade de Campos dos Goytacazes, e morava junto com irmãos e irmãs. Um dia daqueles, um fazendeiro bem conceituado na cidade, em um momento de "descontração", estuprou sua irmã. João, em um momento de fúria não pensou duas vezes e matou o estuprador de sua irmã a golpes de facão. Foi preso. Cumpriu a totalidade de sua pena e regressou para a sua cidade. Foi quando sofreu ameaças de outros fazendeiros da cidade, de que caso não saísse daquele local, matariam toda a sua família. João veio para o Rio, e sendo um ex-presidiário, encontrou todas as portas da oportunidade seladas para si. Virou morador de rua. Vivia da caridade alheia. Um sopão ali, um corte de cabelo acolá. Catava latinhas de refrigerante para ter alguma renda. Vivia sua vidinha longe de sua família, para preservá-los. Foi morto a porretadas por causa de um cigarro... Por causa do vício? Não! Por causa da insegurança de nossa cidade... Descanse em paz meu amigo, e que Deus possa guiá-lo em sua jornada.

Anônimo disse...

Há fatos na história do Brasil que não se explica. ex.,
1.Por qual razão a PM tem a data de 13 de maio como parte de sua história se nessa data comemora-se a abolição da escravatura?
Pelo que sei uma das funções da guarda real de polícia era capturar escravos foragidos.
2. Por que a Corporação homenageia Tiradentes se ela mesma o escoltou à forca?

Anônimo disse...

Pesquisa no globo:

Qual o principal problema da polícia do Rio?

Salário baixo
Equipamentos obsoletos
Efetivo reduzido
Corrupção
Falta de treinamento

Corrupção está ganhando disparado. Não deveríamos fazer um tópico de chamada dos colegas para revertermos esse absurdo e expormos as mazelas do nosso salário esmola?

Convocação geral!

Anônimo disse...

Titadentes 1789 - GRP 1809. mesmo antes de nossa "fundação" somos culpados por tudo!

Afinal, desde que o mundo é mundo, é mais fácil identificar e culpar a polícia.

Onde está a mobilização para mudarmos a situação, a cultura da inferioridade e impotência e nossa inconsciente e ususal mania de assumirmos a culpa de tudo e por todos está no limite.

Não temos mais 200 anos para suportar esta sina.

Responsáveis pelas seguranças de nossas autoridades se imponham, mostrem nosso valor e importância.

Vocês estão próximos do poder. Vocês são aqueles que podem realmente, influenciar os tomadores de decisões.

Claro ninguém é insubstituível mas, temos nossa importância.

Não nos vendamos mais para essas autoridades que passam por nós, nos dão parcos engodos de forma individual por poucos anos e se vão... deixando todos à mingua

Culpar o antecessor não é desculpa. Quem adquire um bem ou assume uma posição deve arcar com ativos e passivos. Tudo é sua sua responsabilidade e nosso salário é de prioridade máxima.

Anônimo disse...

A ADEPOL ajuizou junto ao STF uma ADIM conta lei de São paulo de 1993 que nivela a remuneração entre policiais civis e militares de delegados a detetives e de coronéis a soldados.

Afirmando com base na EC 19/98 o impedimento de tal nivelamento. Engraçado é que eles já impetraram ação semelhante anteriormente que fora rejeitada.

Será que após 10 anos da EC 19/98 vão considerar a lei paulista inconstitcional?

Seria viável o Clube impetrar uma Ação Direta de Constitucionalidade(ADC ou ADECON) em favor da mesma lei como contraponto à medida da ADEPOL?

Anônimo disse...

Polícia Militar do Distrito Federal
NOVOS SALÁRIOS DA PMDF:

POSTO - SALÁRIO DO PM

CORONEL - R$ 15.244,25
TEN CEL - R$ 14.550,75
MAJOR - R$ 12.732,50
CAPITÃO - R$ 10.639,48
1º TEN - R$ 9.247,21
2º TEN - R$ 8.680,94
ASPIRA - R$ 7.485,86

GRADUAÇÃO - SALÁRIO DO PM

SUBTEN - R$ 7.550,79
1º SGT - R$ 6.742,94
2º SGT - R$ 5.777,73
3º SGT - R$ 5.239,67
CABO - R$ 4.388,63
SD 1ªC - R$ 4.117,78
SD 2ªC - R$ 3.029,17

Obs: eles estão insatisfeitos com o salário.

Trampolim
PMERJ: o último a sair apague a luz

Policiais Militares do Rio de Janeiro estão prestando concurso para AGENTE POLICIAL FEDERAL e POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL! Os Bacharéis em Direito estão fazendo prova para DELEGADO DE POLÍCIA FEDERAL e DELEGADO DA PCERJ! Ninguém mais pensa em seguir carreira na PMERJ, só quem é muito acomodado… Infelizmente, o mundo é capitalista e gira em torno do dinheiro!

Eu, como cidadão fluminense, fico triste com essa desvalorização do serviço público estadual e a falta de interesse do descompromissado Governador com o funcionalismo.

A maior vítima desse DESGOVERNO é o contribuinte, que paga pelo serviço mas não o recebe porque o Governador não investe nada nessa área e nem paga dignamente os profissionais!

CB VERDADE disse...

Caro Major,
Ainda tem o apoio de muita gente, o problema é que estas estão oprimidas e cada vez mais ameaçadas nos batalhões, portanto, resolvendo este problema de alguma forma, tudo mudaria da noite para o dia (Uma coligação com a PCERJ, seria a saída), as diferenças ideológicas existem, mas são menos importante que a causa, lembre-se, LULA só ganhou a eleição depois que virou LULINHA PAZ E AMOR! Não quero dizer, que deve deixar de ser autêntico, mas sim, mudar de tática e meios.
SUGESTÕES:
I)SIGILO ABSOLUTO
II)COLIGAÇÃO COM PCERJ E OUTROS III)ORGÃO ESTADUAIS QUE QUEIRAM, PROFESSORES E ETC,
IV)BASTANTE TEMPO PARA ORGANIZAR,
V)DIVULGAR EM TODOS OS BPM, NÃO SEI COMO, DERREPENTE A PCERJ, PODERIA SER MUITO ÚTIL NESTE CASO,
VI)REUNIÕES TOTALMENTE SECRETA (SEI QUE NÃO É LEGAL, MAS ELES TAMBÉM ESTÃO JOGANDO SUJO O TEMPO TODO E NÓS SOMOS O LADO DO BEM,
VII)LUDIBRIAR ELES COM REUNIÃO OSTENSIVA, VVAMOS JOGAR COM MESMA MOEDA,
VIII)CRIAR UM MOVIMENTO DA PMERJ UNIDA, COM PARTICIPAÇÃO ATUANTE DE PRAÇAS, DESDE DE SEU NASCIMENTO,
IX)PEDIR AUXÍLIO A POLÍCIA DE MINAS E OUTRAS QUE CONSEGUIRAM OU ESTÃO LUTANDO POR MUDANÇAS, ISTO É PRIMORDIAL,
X)CONSEGUIR APOIO POLÍTICO, NÃO IMPORTA QUEM, OS FINS, NESTE CASO, SÃO MUITO MAIS NOBRES QUE OS MEIOS, NÃO PODEMOS NOS DAR AO LUXO DE REJEITAR AJUDA POR CONFLITOS DE IDEIAS, NÃO PODE SER UMA CAUSA PESSOAL, DEVE SER SOCIAL,
XI)QUEM SABE, APOIO DE ALGUM ORGÃO INTERNACIONAL, QUE VIVE METENDO O PAU, EM NOSSA POLÍCIA, O NÃO JÁ TEMOS SEMPRE,
XII)CRIAR UMA FORMA DE COMUNICAÇÃO A DISTÂNCIA MAIS SIGILOSA, COMO O MSN, OU ALGUMA OUTRA COISA,
XIII)MUDAR O RUMO DOS BLOGS, NÃO É BOA TÁTICA AVISAR AO INIMIGO, O QUE QUEREMOS,
XIV)SO CRIAR O NOSSO DIA D QUANDO HOUVER NO MÍNIMO 5.000 PESSOAS, OU UM NUMERO QUE REALMENTE PARE O LOCAL DO EVENTO E NÃO VOLTAR ATRAZ EM NADA QUE FOR COMBINADO,
XV)UM APOIO JURÍDICO O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL, JUNTO COM A PCERJ, PROFESSORES E OUTRO, FICARIA FÁCIL.

"NÃO SE FURA UMA PAREDE DE CONCRETO USANDO UM PALITO DE DENTE, CONTRATE LOGO UM TRATOR"