04/02/2008

MARCHEMOS DEMOCRATICAMENTE OUTRA VEZ!


VOCÊ, MILITAR OU NÃO, MARCHARÁ CONOSCO?

SÓ DEVE HAVER UM REQUISITO:

HONRA!

4 comentários:

Anônimo disse...

CABE LEMBRAR QUE A BOLSA DO PRONASCI, NÃO É AUMENTO SALARIAL E NEM TÃO POUCO VEM DE VERBAS ESTADUAIS E SIM DO GOVERNO FEDERAL. E A AUTORIA DO RIOCARD VEIO DO DEPUTADO ESTADUAL WAGNER MONTES. OU SEJA, ESSES BENEFÍCIOS NÃO PARTIRAM DO SECRETÁRIO E NEM DO GOVERNADOR.

Não fazem mais tenentes como antigamente disse...

Os barbonos perderam uma grande oportunidade de destacar o movimento ....

foi simplesmente um cadete que foi assassinado, mas nenhum deles estava lá... O maior símbolo da corporação. O militar que permanece durante 3 anos em um quartel, distanciado de seus pais e mães, a mercê de um rigoroso regulamento militar, que resolveu trocar "os melhores anos de sua vida, por uma experiência que ninguém que não é como nós possui".

mas agora ele não existe mais.

mas:

O Cel Pitta, embora tenha chegado atrasado, estava lá;

O Secretário de Segurança, também tendo chegado atrasado e mesmo sem pertencer a nossa instituição, e ainda sabendo q sua presença foi somente política e oportunista, ainda assim compareceu ao enterro.

o Cel Lopes estava lá, humilhando os alunos, que tiveram seu companheiro de CFO ceifado brutalmente, através de palavras, mandando-os "acelerar", caso contrário iria mandá-los para posição de flexão...

O Cel Davi estava lá, pronunciando palavras tribais como: "uipi uipi" e sua tribo respondendo: "urra".

O corneteiro não conseguiu completar o toque de "silêncio", pois estava chorando.

E em que lugar estava o Cel. Paul?
Ou o Cel. Cony?
Ou o Cel. Fialho?
Ou os outros barbonos?

Dos barbonos, confirmaram presença o Cel. Lirio, que era Comandante do morto, e o traidor. Só os dois. E eu pergunto: o porquê?

Da imprensa, só vi câmeras da Rede record. Será que se o Cel. Paul tivesse contatado alguém da imprensa como um todo e tivesse comparecido ao local, a ´mídia estaria lá? Acredito que sim.

O fato de um aluno ter sido morto, poderia ter servido em potencial para o movimento.
Alguém sabe em que APol do garoto foi morto? O Comandante da APol é o Cel. Lopes, aquele mesmo que é extremamente "escroto" como seus sobordinados no quartel, que, ignorando todas normatizações do RCont, ao entrar na cantina do cemitério, cobrou o chamado de "atenção". E quando o tenente mais antigo do recinto se apresentou a ele, ele disse ao tenente, "não podemos perder esses valores"... Provavelmente, este Cel Lopes, que alcançou um Comando Intermediário da instituição, que consegue ser extremamente mau com seus subordinados, ignora a marginalidade de sua APol, esquece, ou abstrai os verdadeiros valores, a finalidade para qual foi formado, ou seja, liderar homens que atuam na preservação da ordem pública.
No local em que o cadete, que em oito anos de polícia, foi o primeiro morto que vi ser enterrado de caixão fechado, foi morto não havia comunidades carentes por perto, mas ainda assim, ele foi morto com um tiro de fuzil na cara, e mais dois nas costas. Pouco depois das 08 da manhã e em um dia de chuva e a menos de 500 mentros da Academia de Polícia Militar...
Como pode isso ter acontecido? será que o oficial superior somente se preocupa com a disciplina intra-muros? será q se esquece o que ocorre do lado de fora de seu batalhão?
Como pode isso ter acontecido? eu estava conversando com um contemporâneo de CFO, onde fiquei sabendo que o referido Comandante do 14º BPM, disse a imprensa que era um "cyborg", que era como o "robocop" e que não possuía sentimentos, e que agia em total cumprimento das ordens que lhe são determinadas... Isso foi verdade? Não pode ser! Como pode alguém ser tão medíocre a ponto de se orgulhar que não possui sentimentos e que cumpre qualquer ordem, isso é ser digno de alguma coisa? isso é bonito? Ou ele esqueceu que a ordem maior ele esqueceu de obedecer? Ou seja, o Art. 144 da CRFB, essa ordem, promulgada pelo povo, foi ignorada por ele.

Mas sabe o que mais me deixa indignado? poderia ter sido eu o morto. Ou poderia ter sido, se fosse há 30 anos atrás, qualquer um dos barbonos, traidores, presentes ou ausentes, qualquer um.
Há oito anos atrás, quando eu também não tinha carro, cansei de pegar carona com amigos de CFO, cansei de passar pelo mesmo lugar onde o extinto militar também passou. Até hoje! Passo todos os dias por lá.
Todos nós, Oficiais, fizemos exatamente o que esse aluno havia feito, e sabe qual a única diferença?

Tivemos sorte.

Ele não.

CAP PM Nádia disse...

Sinceramente acredito que a trágica morte de quem quer que seja não possa ser utilizada como bandeira de movimentos políticos/ideológicos, se assim fosse deveríamos chorar por todos os “João Hélio” que temos todos os dias e participar de todos os rituais fúnebres.
Sinto muito pela família do Cadete, sinto muito como cidadã por não fazer valer meus direitos e garantias, pois se o fizesse talvez muitos destes tristes eventos teriam sido evitados.
Repudio qualquer marketing em relação a morte de um cidadão, de um cidadão Policial Militar.
Cap PM Nádia.

Anônimo disse...

discordo do companheiro acima em relacao a presenca dos coroneis.

assim como a presença do secretario foi oportunista e politiqueira, a presença dos outros coroneis, agora sem função, tb poderia ser considerada um desrespeito à dor da familia.

a presença do Cel Lyrio, cmt do aluno oficial e membro dos barbonos é válida. o traidor foi la, assim como o alienado mental e o gaucho macho por obrigacao.

quanto ao resto, concordo totalmente. inclusive com o diagnostico de alienacao mental do Sr. Cel PM Cmt da 2ª CPA.