15/09/2008

Ode aos homens de bem

Sei que por vezes pode parecer difícil... quase impossível.
Sei que há ocasiões em que as circunstâncias levam a acreditar que por maiores que sejam nossos esforços, nada (de bom) vai acontecer.
Sei que a luta travada é desigual e cruel.
Sei que as armas por nós utilizadas podem parecer ineficazes e que sequer conseguimos entender os mecanismos de funcionamento das deles.
Sei que pode até parecer que o mal está triunfando.
Mesmo assim (e por isso mesmo), peço que não se rendam... que não se acostumem com as iniqüidades, por mais recorrentes que sejam.
Peço que não desistam.
Peço que não se esqueçam que, como disse Martin Luther King, o que assusta não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons.
Peço que continuem a ter coragem... a coragem deles.
A coragem dos canalhas!

7 comentários:

MSC disse...

O MSC não desiste NUNCA!
Mesmo após a morte, voltará como assombração, não dando trégua.

JUNTOS SOMOS FORTES!

Espaço Mensaleiro disse...

Wanderby, se você quer desistir
tudo bem.
Até entendo que a idade pesa...

Eu pretendo prosseguir.

Eliana Alves

Anônimo disse...

Só agora é que eles vêem isso?

“Se a autoridade não se faz presente, alguém se faz autoridade. Infelizmente, lá a autoridade que manda não somos nós”.

Desembargador Alberto Motta Moraes - Presidente (TRE-RJ), em visita às favelas do Taquaral e da Coréia.

Anônimo disse...

esse negocio de voltar como assombraçao e coisa do PAUL.

Anônimo disse...

improdutividade
Coronel Milton: Força Nacional, no Rio, zero à esquerda

Confesso que sugeri que o governo do Estado do Rio pedisse ajuda à Força Nacional, entre oito sugestões que dei ao governo que assumiria em janeiro, em post publicado no dia 29 de dezembro de 2006, no antigo blog. À época ninguém falava nisso publicamente.

Pois a Força Nacional chegou em janeiro de 2007 como salvadora da Pátria, teve equipe que deu tiro dentro da própria patrulha e pode deixar a qualquer momento o "teatro" de operações nas favelas sem ter realizado praticamente nada de objetivo contra o tráfico. Pior: há denúncias não esclarecidas de envolvimento de integrantes da Força com o tráfico de drogas na Mangueira.

Estimulado por matéria do jornal "Extra", publicada domingo, mostrando que as diárias dos soldados da Força superam os salários de oficiais da PM do Rio, o coronel Milton Correa da Costa, da reserva da PM, faz algo raro, em seus comentários neste blog: critica uma força policial, no caso da Força Nacional. É grave a crise.

Anônimo disse...

Caro senhor Wanderby,

Meu nome é Caroline, eu tenho apenas 16 anos, mas a minha opinião a respeito do cenário atual do Rio de Janeiro está absolutamente formada, não só por eu ser fiha de um policial militar e ser diretamente afetada por esse caos, mas também por eu ter consciência política, já que esse é o meu 1° ano de eleitora.É lamentavel todo esse descaso, essa péssima administração, essa "palhaçada" promovida pelo governador e seus "amiguinhos", em fingir que está tudo bem, em agir como se nada tivesse acontecendo e pedindo o NOSSO voto para unir governo federal, estadual e a prefeitura do Rio. O que me leva a questionar: o que isso vai trazer de bom para nossas vidas, se até agora ele,como governador, não usou a tal parceria para melhorar nossas vidas em NADA! Todos os dias policias morrem, dão a sua vida em troca de um salário tão baixo, que mal dá para sustentar sua família. e o reconhecimento, não existe por parte da sociedade. erros? sim são cometidos aos montes, porém a profunda causa desses erros é a falta de condições dignas de trabalho;É a falta de sensibilidade do governo em perceber que esses policiais precisam de AJUDA para nos ajudar,tanto financeira quanto psicológica.

Bem, tenho muito mais a dizer, mas isso é apenas um comentário e um "tô contigo" que eu precisava dizer.

e dar a certeza de que o meu voto com TODA CERTEZA não será no número 15 !

Anônimo disse...

16/09/2008 - 16h41
Policiais civis afirmam que greve atinge 70% das delegacias de SP
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Colaboração para a Folha Online

O comando da greve dos policiais civis de São Paulo informou na tarde desta terça-feira que agentes de 73 delegacias da cidade aderiram à greve deflagrada pela manhã. O número corresponde a aproximadamente 70% dos DPs da capital. A SSP (Secretaria da Segurança Pública), porém, informou que nenhum atendimento ou serviço deixou de ser prestado.

Para chegar ao número, os grevistas contaram com o auxílio do sistema de controles de boletins de ocorrência da Polícia Civil, segundo o comando da greve. Por meio dele, descobriram que, das poucas ocorrências registradas, apenas casos graves foram atendidos --como previa a cartilha da greve.

Dezenove representações das categorias da Polícia Civil do Estado deflagraram a greve às 8h30 de hoje para reivindicar questões salariais e trabalhistas.

Segundo a Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado), a paralisação abrange delegacias em todo o Estado. A associação, porém, não soube precisar a adesão fora da cidade de São Paulo.

Inicialmente, os grevistas afirmaram que delegados, escrivães de polícia e investigadores cruzaram os braços em ao menos em nove DPs da Grande São Paulo e em outros 34 no interior.

Movimento e reivindicações

Esta é a segunda vez em pouco mais de um mês que a categoria promove uma paralisação. No dia 13 de agosto, os policiais civis iniciaram uma greve que foi suspensa na tarde do mesmo dia, quando uma audiência de conciliação entre sindicatos e governo foi realizada no TRT-SP (Tribunal Regional do Trabalho) da 2ª Região.

Desde então, eles estão em estado de greve (ou seja, podem paralisar a qualquer momento). Os policiais civis reivindicam aumento de 15% neste ano, 12% em 2009 e 12% em 2010, mais a incorporação dos adicionais no salário. Eles também querem melhores condições de trabalho --como a fixação de 40 horas semanais e critérios claros para promoção. O governo Estadual oferece um adicional de R$ 500 milhões à folha de pagamento, considerado insuficiente pelos grevistas.